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Sua cozinha sabe cozinhar. A Stowage sabe contar.

Compras, estoque, ponto de reposição e CMV num lugar só, e sempre com o número certo na tela.

  • Pão brioche

    BRI-0940 · Seco · A1

    vencido

  • Alface americana

    HOR-0451 · Frio · C2

    vence hoje

  • Blend 200g

    CAR-1180 · Congelado · F1

    vence em 2 dias

  • Queijo prato

    LAT-0067 · Frio · C1

    5 dias

  • Batata pré-frita

    SEC-0912 · Congelado · F2

    21 dias

O alerta chega com dias de antecedência, na tela de quem compra.

A planilha não sabe o que sumiu da câmara fria.

Ela registra o total. A caixa do fundo não aparece em lugar nenhum.

Quatro perdas que nenhuma planilha pega.

A caixa no fundo da câmara

O material vence porque ninguém viu. Ele some do estoque sem ter saído da prateleira.

A compra na intuição

Compra demais e o dinheiro fica parado até virar perda. Compra de menos e falta no meio do serviço.

O pedido que ninguém fez

O item acabou porque a pessoa que sabia estava de folga. O que ela sabia morava na cabeça dela.

O recebimento sem conferência

Veio menos do que foi pedido e ninguém comparou. A diferença só aparece quando já não dá para cobrar o fornecedor.

Tudo começa numa caixa só.

Onde a planilha escreve “20 kg de queijo”, o sistema guarda esta caixa, que chegou nesta nota, vence neste dia, custou este valor, está nesta prateleira. Todo o resto decorre disso.

  1. Chega a nota

    Cada volume vira um lote com validade, custo e local próprios. O sistema já sugere onde guardar e quanto era para ter vindo.

  2. Sai a etiqueta

    Impressa na térmica, com QR. A partir daqui aquela caixa tem nome próprio e sai da planilha.

  3. A cozinha retira

    No terminal preso na parede, com PIN. O sistema diz qual lote pegar e escreve o porquê: vence em 3 dias, embalagem já aberta.

  4. O número fecha

    CMV do período contra a meta da casa, perda separada do consumo, e quanto deixou de ir para o lixo. Em reais.

Primeiro a gente aprende como a casa trabalha.

Software de gestão costuma chegar com um jeito certo de trabalhar embutido, e a casa que já funcionava passa meses se torcendo para caber nele. Quando não cabe, a equipe cria o atalho, e o dado que sustentava o controle apodrece.

A Stowage é configurada para a operação que já existe. As unidades de medida são as que a casa usa, os locais de armazenagem são as prateleiras que existem, os motivos de retirada são os da cozinha. Bloquear vencido, permitir saldo negativo, exigir PIN no terminal, definir o horário de corte das compras: quem decide cada uma dessas travas é o gestor da casa.

O sistema entra depois disso, no formato que a cozinha já usa.

Seis frentes do mesmo estoque.

  • Validade e FEFO

    O que vence primeiro sai primeiro, e o sistema explica a escolha ao lado da sugestão. Lote vencido sai como descarte, e o descarte entra na conta da perda, separado do consumo.

  • Compras entre filiais

    Duas unidades que pedem do mesmo fornecedor viram uma lista só. O comprador negocia volume, e a mensagem do pedido sai pronta para colar no WhatsApp.

  • Ponto de reposição

    Sai do consumo real da casa, medido semana a semana, e se move quando o consumo muda. A solicitação de compra abre sozinha quando o saldo encosta no ponto.

  • CMV e prejuízo evitado

    O custo da mercadoria vendida contra a meta e o teto que a casa definiu. E a conta do que estava para vencer, foi usado a tempo, e não virou lixo.

  • Pré-preparo por turno

    A bancada abre, produz pela ficha técnica, fecha e presta contas. O que sobrou fica registrado como sobra, com quantidade e responsável.

  • Terminais na parede

    Quiosque de retirada e terminal de bancada, sem teclado e sem senha: o PIN identifica a pessoa e a tela já sabe quem está na frente dela.

Quer ver na sua operação?

Conte como a sua casa trabalha hoje. A conversa começa por aí.