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Um problema de cozinha, resolvido de dentro.

A Stowage foi construída dentro de um restaurante em operação, por quem convivia com o problema todo dia.

  1. 01

    O problema veio antes do software

    Começou numa cozinha que perdia dinheiro sem conseguir dizer onde: material vencendo no fundo da câmara, compra grande demais virando perda, e um custo de mercadoria que não batia com a intuição de quem estava lá dentro.

  2. 02

    A decisão que definiu o resto

    Tratar cada entrada como um lote rastreável, com validade e custo próprios. É uma decisão de modelo de dados, tomada logo no começo, e dela vem o FEFO que explica a escolha e o CMV que fecha no fim do mês.

  3. 03

    Construído contra uma operação real

    Cada tela foi desenhada olhando para uma cozinha em serviço: gente de pé, com pressa, muitas vezes de luva, na frente de um freezer às onze da noite. É por isso que o terminal de retirada não tem teclado e o alvo de toque é grande.

  4. 04

    Hoje

    O sistema está completo e funcionando de ponta a ponta, configurado para uma hamburgueria com duas unidades. A próxima etapa é levá-lo a mais casas, e cada uma vai receber a configuração da operação dela.

Somos dois, e você fala com os dois.

Quem atende o cliente é quem constrói o sistema. O que você contar numa conversa chega ao produto sem passar por três camadas.

Produto e tecnologia

Paulo Gabriel

Responsável pelo desenho do produto e pela construção do sistema. Define o que entra, o que fica de fora e como cada tela se comporta na mão de quem está trabalhando.

Operação e clientes

Thiago Cardoso

Responsável pela relação com as casas atendidas e pela implantação. É quem traduz a operação de cada cliente em configuração, o passo que faz o sistema caber naquela cozinha.

Nada se perde.

Nada se desperdiça e nada sai do radar. A gente promete isso para a cozinha e cobra do próprio sistema.